18.09 Quer, mas não muito muito por pouco tempo. Breve, ali e pronto: sem contatos contágios ou outras trocas além da de...
Se estão lendo isso aqui, é porque terminei o template do blog. O antigo, além de ser antigo*, estava muito poluído e aquele esquema de “continue lendo” não ajudava muito os meus preguiçosos e esparsos leitores. Enfim, mas essa mudança não interessa a ninguém (nem mesmo a mim, agora que a concluí.)
*Antigo: a ordem, no meio da gestão empresarial do meio do século passado até meados dos anos 80, era a preocupação com a qualidade dos produtos. Qualidade e durabilidade. Daí vemos os clássicos Mercedes, Cadillacs, as grandes Brastemp, o bule de café que minha mãe tem há quase meio século... Mas, atualmente, o que dita se uma empresa sobreviverá ou não é a ... puts, me fugiu a palavra... malditas traduções imbecis e ilógicas... – pausa para consulta Google / não achei*- enfim, recapitulando, o que dita se uma empresa sobreviverá ou não é a sua capacidade de apresentar novos produtos aos consumidores (e os fazerem acreditar na obsolescência dos antigos). Está aqui um blog novinho (tá bom, recauchutado) e, por isso, deve ser sempre visitado! Ouviram? Hohohoho
Megalomanias à parte, estou de volta.
Mas, nesse período de exílio, continuei escrevendo mensalmente poemas e contos para a Samizdat, me firmei na SunShine (a edição de outono vem aí e a de Verão estava demais – Se não viram, cliquem no banner ao lado e deleitem-se) e nasceu um blog muito interessante dos companheiros Rafael e Liliane, o Estórias Gozadas (só lendo para entenderem!)
Abraço a todos e logo mais haverá postagens novas, pois, como vimos hoje, tudo que é velho desmancha no ar!
Bah!
Ah, e gurus da blogosfera, vão se catar!
P.S.: Parabéns, Bi!! E muito obrigado por me fazer não ter palavras que expressem o meu muito obrigado, meu amor e o quanto me sinto bem ao seu lado! (Coisas que apenas um longo abraço dizem).
P.S.: Alguém pode, por favos, me indicar um bom CD de música brasileira? O mais excêntrico possível (não tenha medo de parecer ridículo. Ou melhor, o pecado não é ter medo, e sim se dobrar a ele). Se for instrumental ou pouco canto, faz meu tipo. Trilha sonora também. Respondo o comentário, OK?
*Antigo: a ordem, no meio da gestão empresarial do meio do século passado até meados dos anos 80, era a preocupação com a qualidade dos produtos. Qualidade e durabilidade. Daí vemos os clássicos Mercedes, Cadillacs, as grandes Brastemp, o bule de café que minha mãe tem há quase meio século... Mas, atualmente, o que dita se uma empresa sobreviverá ou não é a ... puts, me fugiu a palavra... malditas traduções imbecis e ilógicas... – pausa para consulta Google / não achei*- enfim, recapitulando, o que dita se uma empresa sobreviverá ou não é a sua capacidade de apresentar novos produtos aos consumidores (e os fazerem acreditar na obsolescência dos antigos). Está aqui um blog novinho (tá bom, recauchutado) e, por isso, deve ser sempre visitado! Ouviram? Hohohoho
Megalomanias à parte, estou de volta.
Mas, nesse período de exílio, continuei escrevendo mensalmente poemas e contos para a Samizdat, me firmei na SunShine (a edição de outono vem aí e a de Verão estava demais – Se não viram, cliquem no banner ao lado e deleitem-se) e nasceu um blog muito interessante dos companheiros Rafael e Liliane, o Estórias Gozadas (só lendo para entenderem!)
Abraço a todos e logo mais haverá postagens novas, pois, como vimos hoje, tudo que é velho desmancha no ar!
Bah!
Ah, e gurus da blogosfera, vão se catar!
P.S.: Parabéns, Bi!! E muito obrigado por me fazer não ter palavras que expressem o meu muito obrigado, meu amor e o quanto me sinto bem ao seu lado! (Coisas que apenas um longo abraço dizem).
P.S.: Alguém pode, por favos, me indicar um bom CD de música brasileira? O mais excêntrico possível (não tenha medo de parecer ridículo. Ou melhor, o pecado não é ter medo, e sim se dobrar a ele). Se for instrumental ou pouco canto, faz meu tipo. Trilha sonora também. Respondo o comentário, OK?
Se estão lendo isso aqui, é porque terminei o template do blog. O antigo, além de ser antigo*, estava muito poluído e aquele esquema de “con...
Jargão: “Começou o ano.”
Depois da última postagem, na qual postei receitas gastronômicas que fiz para o final de ano, resolvi repensar meus conceitos tanto de blog quanto de ser humano atuante em sociedade. Célula em um corpo virtual. Hoje, portanto, estou bem menos “experimental”.
Dizem que o ciclo de vida moderno é: crescer, estudar, trabalhar (contribuindo para a previdência), se aposentar e morrer. Ou, pelo menos, era. Devemos colocar o desemprego aí no meio. O desemprego e a opção de virar hippie. Até que se acabem as minhas economias, estou na opção de hippie (desempregado por opção)!
Os planos para vida de não trabalhador? Não tenho, ainda. A primeira coisa a ser feita é buscar investimento seguro para a grana guardada. Ações de algum banco, possivelmente. Ainda bem que sou um cara pouco materialista e não me fiz nenhuma dívida. (Fora a dívida moral que tenho com os ‘meus’, não é?). Mas dívida moral se paga de outra forma. Se é que se paga. Melhor, se paga, mas não se zera: se retribui. Ah, também tenho que adquirir uma garrafa de conhaque (Presidente, Dreyer???) para tomar choconhaque (vai vir um frio...........)
Aos poucos também retornarei à rotina de pseudo escritor. Esse frio (já falei dele?) que faz em São Paulo não nos ajuda em nada na dura tarefa de existir, mas, como os dedos ainda respondem aos estímulos, vou me fazendo, aqui.
Retomarei também o projeto do livro (e-book, à princípio) da coletânea poética. Instalar o InDesign e zás! Falta só acabar de escolher o programa!
Lá se vão dois poemas. Um inédito e outro que sairá no Revista Samizdat deste mês.
Abraços!
CAÍ
08.07.2009Não como um anjo
que se liberta ou
um fruto
para germinar
Nem
como um gato
sempre de pé,
um rei
derrubado
ante a eminência do mate.
Não.
Como uma folha
na primavera.
Caí como as noites
e como a geada:
natural,frio – quieto.
às vezes, a morte
nos cai feito uma luva
de boxe;
noutras
de veludo.
HELENA FEBRIL
Suava.
Seus poros emanavam
não apenas líquido
que em vão tentavam retirar
do corpo
o calor excessivo.
Fluíam também
olhares-de-sereia.
Era imprescindível amar.
A febre ansiava
barro para forjar um corpo varão
e dele
de sua costela
sair mulher.
in Revista Samizdat
ANEXO I
SIGNO ASCENDENTE
Signo Ascendente é um dos doze signos zodiacais que se elevava no horizonte leste no exato momento em que você nasceu.
A interpretação do Ascendente (transcrição parcial) mostra como as pessoas o veem e como você gostaria de ser visto por elas. Em síntese, é a máscara que você usa quando se expõe ao mundo.
ASCENDENTE EM LEÃO
Altamente orgulhoso e algumas vezes até grosseiro, você gosta de impressionar e ser o observado pelos outros como uma pessoa especial. É hiper-extrovertido, agressivo, pouco afetuoso e raramente se satisfaz, principalmente quando ocupa uma posição subordinada, porque é um líder nato e não gosta de ser mandado sob hipótese alguma. Você precisa ter algo de "seu" - que seja só seu - um negócio, um projeto, uma casa ou qualquer outra coisa, que possa ser desenvolvida conforme sua vontade, visão.
fonte: http://www.astral-online.com/cgi-bin/ascendente.cgi
Nossa, pesquisei um pouco sobre esse esquema aí... mas nem vou postar aqui por que é muito “queima filme”... rsrsrs
Conto
Não sei até quando ficarei acabando, endurecendo. Será que quando parar de vez de enxergar os bichinhos enfileirados e de ouvir os Grandes baterem o portão ficarei como a mesa ou a cadeira? Balançar o rabo está cada vez mais doído.
Será que há uma cerimônia em que me farão mobília, como quando os humanos se juntam com balões e cercam a mesa, apagam a luz e gritam? Um monte de coisa nova aparece depois. Possível. A ração acaba. A gente não pode acabar. O dia escurece e todos quietam, mas logo a luz os anima. Os ressuscita.
Com o vovô aconteceu algo estranho. Ele estava acabando, também, principalmente depois de vir morar aqui. Antes, sorria, mas, daí ,passou a só ficar deitado. A tigela era comida na cama, comida não, bebida : só caldo. Ficou um tempo assim até o levarem embora e todos entristecerem de nem brincarem comigo (nessa época ainda brincávamos).
Dias depois foi tanta choradeira, corre-corre, e passaram noite toda fora. Na volta, trouxeram um relógio bem grande. Acho que o vovô virou relógio, pois sempre grunhem ‘vovô’ e ‘relógio’ seguidos.
Deve ser isso. De certo, me transformarei num puff para eles se esparramarem na sala.
Não, não. Não me esqueci da senha do Blogspot, não. Apesar das duas semanas sem me dedicar ao teclado, ainda continuo em pé e inquieto.
Vamos às novas, depois, mini-conto.
A good news everyone é que me empregaram. Depois de quase seis meses lutando comigo mesmo, me preocupando apenas em não ter preocupações "maiores", enfim surgiu um patrão. Para quem ainda não sabe, sou "formado" (" pois não sou formado formado, tenho que entregar a monografia ainda) em Economia e estou fazendo análises da "saúde" da empresa. O trabalho é puxado, fico fora de casa das oito da manhã às oito da noite, mas estou feliz. O ambiente lá é ótimo, respondo direto ao diretor da empresa (de importação e distribuição). Mas ainda estou no período de experiência, por isso, "pisando em ovos"!
Apesar disso, ainda não me sinto completo. Sabem quando se come em restaurante e falta algo na parmegiana? Um tempero, um coentro e você degusta o prato se lembrando da que sua mãe ou sua tia fazia (ou faz). Dizem os budistas que a origem do sofrimento humano está nos desejos de ter alguma coisa e de vir a ser alguém. Somos insaciáveis e frustrados (não sempre, mas quase sempre). "Eita vida besta, meu Deus".
O Raul traduziu uma música do Jay Vaquer muito boa.
"Que é que você quer ser quando crescer?Alguma coisa importante?
Um cara muito brilhante?
Quando você crescer!
Não Adianta, Perguntas não valem nada
É sempre a mesma jogada, um emprego e uma namorada
Quando você crescer"
O restante da música está no link AQUI
No mais está tudo OK. E com vocês, também??
Continho escrito para a Oficina de Escritores da revista Samizdat, organizada pelo Volmar (V.). Não achei que ficou dos melhores, mas...
Não sei até quando ficarei acabando, endurecendo. Será que quando parar de vez de enxergar os bichinhos enfileirados e de ouvir os Grandes baterem o portão ficarei como a mesa ou a cadeira? Balançar o rabo está cada vez mais doído.
Será que há uma cerimônia em que me farão mobília, como quando os humanos se juntam com balões e cercam a mesa, apagam a luz e gritam? Um monte de coisa nova aparece depois. Possível. A ração acaba. A gente não pode acabar. O dia escurece e todos quietam, mas logo a luz os anima. Os ressuscita.
Com o vovô aconteceu algo estranho. Ele estava acabando, também, principalmente depois de vir morar aqui. Antes, sorria, mas, daí ,passou a só ficar deitado. A tigela era comida na cama, comida não, bebida : só caldo. Ficou um tempo assim até o levarem embora e todos entristecerem de nem brincarem comigo (nessa época ainda brincávamos).
Dias depois foi tanta choradeira, corre-corre, e passaram noite toda fora. Na volta, trouxeram um relógio bem grande. Acho que o vovô virou relógio, pois sempre grunhem ‘vovô’ e ‘relógio’ seguidos.
Deve ser isso. De certo, me transformarei num puff para eles se esparramarem na sala.
Não, não. Não me esqueci da senha do Blogspot, não. Apesar das duas semanas sem me dedicar ao teclado, ainda continuo em pé e inquieto.
Vamos às novas, depois, mini-conto.
A good news everyone é que me empregaram. Depois de quase seis meses lutando comigo mesmo, me preocupando apenas em não ter preocupações "maiores", enfim surgiu um patrão. Para quem ainda não sabe, sou "formado" (" pois não sou formado formado, tenho que entregar a monografia ainda) em Economia e estou fazendo análises da "saúde" da empresa. O trabalho é puxado, fico fora de casa das oito da manhã às oito da noite, mas estou feliz. O ambiente lá é ótimo, respondo direto ao diretor da empresa (de importação e distribuição). Mas ainda estou no período de experiência, por isso, "pisando em ovos"!
Apesar disso, ainda não me sinto completo. Sabem quando se come em restaurante e falta algo na parmegiana? Um tempero, um coentro e você degusta o prato se lembrando da que sua mãe ou sua tia fazia (ou faz). Dizem os budistas que a origem do sofrimento humano está nos desejos de ter alguma coisa e de vir a ser alguém. Somos insaciáveis e frustrados (não sempre, mas quase sempre). "Eita vida besta, meu Deus".
O Raul traduziu uma música do Jay Vaquer muito boa.
"Que é que você quer ser quando crescer?Alguma coisa importante?
Um cara muito brilhante?
Quando você crescer!
Não Adianta, Perguntas não valem nada
É sempre a mesma jogada, um emprego e uma namorada
Quando você crescer"
O restante da música está no link AQUI
No mais está tudo OK. E com vocês, também??
Continho escrito para a Oficina de Escritores da revista Samizdat, organizada pelo Volmar (V.). Não achei que ficou dos melhores, mas...
Conto Não sei até quando ficarei acabando, endurecendo. Será que quando parar de vez de enxergar os bichinhos enfileirados e de ouvir os G...
Por enquanto, nada de trabalho, e essa é a maior "desnovidade" que tenho. Concursos? O da Casa da Moeda e do Banco Central. Mas, como diria um amigo meu: enquanto você fica aí com essas besteiras (tipo atualizar blog) tem japonês estudando!!
Por falar em nipônicos, se tem um povo que eu admiro, é esse. Pela determinação, obstinação e estilo de vida moderado que os ilhéus têm. Determinação até quando o assunto é dar cabo da própria vida, diga-se de passagem. Vi numa reportagem uma jovem de 101 anos subindo num pé de limão. Ela e a neta cinquentona! Muitos elementos da cultura deles vieram da China (como o Budismo e a escrita) mas nada que tire seus méritos. O hai-cai é 100% japa, por exemplo.
Estou indo correr no parque florestal aqui perto de casa (hoje rompi a barreira dos 2 Km - um pequeno passo para a humanidade, mas grande para um homem) e têm um monte de velhinhos que fazem Taixixuam (um tupiniquim falando), a maioria deles são nipos.
Fora os pastéis que eles fazem, né: quêqueisso!
Finalizando, informo que voltei a postar microcontos no Twitter: http://twitter.com/souzawell. Não sou muito popular nesse lugar, mas a primeira coletânea do Tamanho Não É .Doc, da qual participo, me animou.
E fiquem com dois poeminhas concisos que fiz por esses dias (Acho que não são hai-cai's. Há quem chame isso de poetrix). Profiro poeminhas, mesmo!
Abraços!!
P.S.: O título da postagem não é um trocadinho ou algo que o valha!! Rsrsrs
IMIGRAÇÃO AO BRASIL
O cais, na cidade do Porto.
A barca muda almas de infernos:
pessoas se desvanecem na morte.
BACCO
Não há como aceitar
cordeiros
– não sendo um Deus assim como eu.
Por falar em nipônicos, se tem um povo que eu admiro, é esse. Pela determinação, obstinação e estilo de vida moderado que os ilhéus têm. Determinação até quando o assunto é dar cabo da própria vida, diga-se de passagem. Vi numa reportagem uma jovem de 101 anos subindo num pé de limão. Ela e a neta cinquentona! Muitos elementos da cultura deles vieram da China (como o Budismo e a escrita) mas nada que tire seus méritos. O hai-cai é 100% japa, por exemplo.
Estou indo correr no parque florestal aqui perto de casa (hoje rompi a barreira dos 2 Km - um pequeno passo para a humanidade, mas grande para um homem) e têm um monte de velhinhos que fazem Taixixuam (um tupiniquim falando), a maioria deles são nipos.
Fora os pastéis que eles fazem, né: quêqueisso!
Finalizando, informo que voltei a postar microcontos no Twitter: http://twitter.com/souzawell. Não sou muito popular nesse lugar, mas a primeira coletânea do Tamanho Não É .Doc, da qual participo, me animou.
E fiquem com dois poeminhas concisos que fiz por esses dias (Acho que não são hai-cai's. Há quem chame isso de poetrix). Profiro poeminhas, mesmo!
Abraços!!
P.S.: O título da postagem não é um trocadinho ou algo que o valha!! Rsrsrs
IMIGRAÇÃO AO BRASIL
O cais, na cidade do Porto.
A barca muda almas de infernos:
pessoas se desvanecem na morte.
BACCO
Não há como aceitar
cordeiros
– não sendo um Deus assim como eu.
Por enquanto, nada de trabalho, e essa é a maior "desnovidade" que tenho. Concursos? O da Casa da Moeda e do Banco Central. Mas, c...
Uma coisa legal e útil que tenho visto na internet, por esses tempos, são os entusiastas com a literatura. Literatura marginal? Não usaria esse termo no sentido "esquerdista" ou "do submundo, e sim apenas porque não é distribuído em massa. Apesar de se sustentar nos pilares da internet, esta "literatura subtítulo" não tem o apelo comercial que as grandes editoras podem proporcionar aos seus escritores escolhidos. São contos, poemas, poesias, prosas poéticas, crônicas que, teoricamente, têm a mesma estrutura das comercializadas, mas são distribuídas à margem do grande público e dos profissionais críticos da área.
Nos tempos pós-vanguardistas, o que justifica uma obra de arte? Depois que um mictório foi exposto em um museu, TUDO o que desperta algum sentimento no homem pôde ser chamado de arte. Ou seja, tudo pode ser chamado de arte. Ante essa crise de objeto de estudo para os críticos, buscam-se conceitos e padrões para uma nova definição de arte; e um desses padrões que diferenciam um objeto feito para urinar de um feito para enfeitar as salas de estar refinadas é a presença em exposições e museus. A abertura ao grande público. A isso automaticamente somamos a catalogalização etc.
Assim ocorre na produção literária: o que diferencia um texto literário de um "não" é impressão deste em periódicos (livro, jornal, revista, e-zine etc) e a distribuição comercial à sociedade. Mas será que os textos que se escreve informalmente nestes vários espaços cibernéticos não podem ser tratados como literários? E de "literatura marginal"?
Não sei. E, pra falar a verdade, nem quero saber. Só sei que faço, e gosto do que faço.
***
Nestes dias, tive duas boas notícias: uma, é que uma jovem copiou um poema meu no blog dela. Deixou a entender que era copiado de outro lugar (o poema está em vermelho, contrastando com o texto) mas não deu os devidos créditos (o que me deixou meio assim: "¬¬"). Em outro post, estava um do Drummond. Será que isso justifica a alcunha de poeta?
A outra, são os fantásticos trabalhos realizados pela Oficina Editora. Os e-books são poucos, mas bons, vale conferir. E a meninas dos olhos é a revista Samizdat, que chega à sua 22° edição (minha terceira) de muita literatura e um ótimo acabamento. Outro projeto criativo é o livro de microcontos "Tamanho não é doc.", que tem como conteúdo contos de até 140 caracteres ("à la Twitter"). Este está na segunda edição.
Segue os dois links:
AGORA VOU DORMIR, AMANHÃ TEM COOPER ÀS 07:30!!
Por que Samizdat? , Henry Alfred Bugalho
ENTREVISTA
Antonio Luiz M. C. Costa
AUTOR EM LÍNGUA PORTUGUESA
Carta a El Rei D. Manuel (excerto), Pero Vaz de Caminha
MICROCONTOS
Primeira Lição Colonial, Simone Santana
CONTOS
O Messias do Ocidente, Joaquim Bispo
Imagem de Barro, Wellington Souza
O Troféu, Volmar Camargo Junior
O Sorteio , Henry Alfred Bugalho
Relações Postais, José Guilherme Vereza
Ventanas (I), Sheyla Smanioto Macedo
A Sogra, Mariana Valle
12 de outubro sob ataque, Léo Borges
We’ll always have Paris, Barbara Duffles
Duetos Assassinos, Giselle Sato
Conspiração ZHAARP - Big Bang Microcósmico - Capítulo 4, Dênis Moura
TRADUÇÃO
Carta de Cristóvão Colombo anunciando o descobrimento da América
TEORIA LITERÁRIA
Caminhos para o autor independente, Henry Alfred Bugalho
Jogue sua Gramática no Lixo, Guilherme Augusto Rodrigues
CRÔNICA
Eu não gosto de ninguém da América do Sul, Léo Borges
Quem é você, quem sou eu?, Ju Blasina
POESIA
Laboratório Poético, Volmar Camargo Junior
Blavino, Ju Blasina
Poetrix, Ju Blasina
Sonata da Criação, Wellington Souza
SOBRE OS AUTORES DA SAMIZDAT
http://www.revistasamizdat.com/2009/11/samizdat-22.html
Nos tempos pós-vanguardistas, o que justifica uma obra de arte? Depois que um mictório foi exposto em um museu, TUDO o que desperta algum sentimento no homem pôde ser chamado de arte. Ou seja, tudo pode ser chamado de arte. Ante essa crise de objeto de estudo para os críticos, buscam-se conceitos e padrões para uma nova definição de arte; e um desses padrões que diferenciam um objeto feito para urinar de um feito para enfeitar as salas de estar refinadas é a presença em exposições e museus. A abertura ao grande público. A isso automaticamente somamos a catalogalização etc.
Assim ocorre na produção literária: o que diferencia um texto literário de um "não" é impressão deste em periódicos (livro, jornal, revista, e-zine etc) e a distribuição comercial à sociedade. Mas será que os textos que se escreve informalmente nestes vários espaços cibernéticos não podem ser tratados como literários? E de "literatura marginal"?
Não sei. E, pra falar a verdade, nem quero saber. Só sei que faço, e gosto do que faço.
***
Nestes dias, tive duas boas notícias: uma, é que uma jovem copiou um poema meu no blog dela. Deixou a entender que era copiado de outro lugar (o poema está em vermelho, contrastando com o texto) mas não deu os devidos créditos (o que me deixou meio assim: "¬¬"). Em outro post, estava um do Drummond. Será que isso justifica a alcunha de poeta?
A outra, são os fantásticos trabalhos realizados pela Oficina Editora. Os e-books são poucos, mas bons, vale conferir. E a meninas dos olhos é a revista Samizdat, que chega à sua 22° edição (minha terceira) de muita literatura e um ótimo acabamento. Outro projeto criativo é o livro de microcontos "Tamanho não é doc.", que tem como conteúdo contos de até 140 caracteres ("à la Twitter"). Este está na segunda edição.
Segue os dois links:
AGORA VOU DORMIR, AMANHÃ TEM COOPER ÀS 07:30!!
Por que Samizdat? , Henry Alfred Bugalho
ENTREVISTA
Antonio Luiz M. C. Costa
AUTOR EM LÍNGUA PORTUGUESA
Carta a El Rei D. Manuel (excerto), Pero Vaz de Caminha
MICROCONTOS
Primeira Lição Colonial, Simone Santana
CONTOS
O Messias do Ocidente, Joaquim Bispo
Imagem de Barro, Wellington Souza
O Troféu, Volmar Camargo Junior
O Sorteio , Henry Alfred Bugalho
Relações Postais, José Guilherme Vereza
Ventanas (I), Sheyla Smanioto Macedo
A Sogra, Mariana Valle
12 de outubro sob ataque, Léo Borges
We’ll always have Paris, Barbara Duffles
Duetos Assassinos, Giselle Sato
Conspiração ZHAARP - Big Bang Microcósmico - Capítulo 4, Dênis Moura
TRADUÇÃO
Carta de Cristóvão Colombo anunciando o descobrimento da América
TEORIA LITERÁRIA
Caminhos para o autor independente, Henry Alfred Bugalho
Jogue sua Gramática no Lixo, Guilherme Augusto Rodrigues
CRÔNICA
Eu não gosto de ninguém da América do Sul, Léo Borges
Quem é você, quem sou eu?, Ju Blasina
POESIA
Laboratório Poético, Volmar Camargo Junior
Blavino, Ju Blasina
Poetrix, Ju Blasina
Sonata da Criação, Wellington Souza
SOBRE OS AUTORES DA SAMIZDAT
http://www.revistasamizdat.com/2009/11/samizdat-22.html
Uma coisa legal e útil que tenho visto na internet, por esses tempos, são os entusiastas com a literatura. Literatura marginal? Não usaria e...





